Benvindo à Vulgata

página inicial - destaques

livros

promoções

edição de novos livros

dados de inquéritos cedidos gratuitamente

perguntas frequentes

   
Estudos Sociais
Estudos Africanos
Livros Técnicos

1 livro = 4,00 Euros
2 livros = 4,75 Euros
Por cada livro a mais, acresce 75 cêntimos.


Economia de África


Autor: Phillipe Hugon
Editora: Vulgata
Edição Francesa: Editora La Découverte, Paris
Género: Estudos Africanos
Primeira edição: 1999
Nº de páginas: 160
Dimensões: 160 x 225 mm
Preço na livraria: 3 150 esc. | 15.71 euro
Preço na Internet: 2 205 esc. | 11.01 euro
  Este título encontra-se esgotado.

Introdução________________________________________

Escrever uma obra sobre a economia africana é uma tarefa delicada por duas razões principais. Sabendo que o sub-continente é uma terra de contrastes, mesmo que nos limitemos à África subsahariana (ASS), como apresentar o essencial? O termo África designa, na obra, a África subsahariana, incluindo a África do Sul. Aparecem nove grandes regiões conforme mapa e quadro I (no livro). Entre 46 países, 35 têm menos de 10 milhões de habitantes e 15 constituem enclaves. Porém, o PIB da ASS é da ordem do dos Países Baixos ou do México (295 mil milhões de dólares em 1996). Reunindo mais de 600 milhões de habitantes em 1998, a África representa, sem a África do Sul 10% da população mundial, 1% do PIB, 1,3% das exportações e menos de 1% do valor acrescentado industrial do mundo. A segunda razão é mais importante. Tratar-se-á de aplicar os instrumentos de análise económica a este continente ou de questionar as categorias económicas a partir das particularidades africanas? Existirá uma especificidade africanista para um economista e uma legitimidade da economia para um Africanista? Deverá um economista privilegiar o período longo dos regimes de acumulação e das crises ou os modelos de equilíbrio (ou de desequilíbrio) dos mercados pelo jogo dos preços (ou das quantidades)?

Para nós, a economia do desenvolvimento não consiste apenas na aplicação, a um campo particular, de instrumentos de análise económica universais (gestão da escassez, afectação de recursos raros,...); ela é também um questionamento destes instrumentos, obrigando a abrir a "caixa negra" das estruturas sociais e a adoptar a perspectiva do longo período. O enquadramento macro-económico, necessário para que a coerência se estabeleça, deve ser colocado numa perspectiva histórica (primeira parte); a análise micro-económica, permitindo compreender o comportamento dos agentes, deve ser ligada às organizações e às instituições sociais (segunda parte); os debates de política económica devem considerar a pluralidade das trajectórias e a natureza das apostas presentes, permitindo definir várias perspectivas (terceira parte).

Topo da página

Índice____________________________________________

A Colecção Tempos e Espaços Africanos
Prefácio de Adelino Torres
Introdução do Autor à edição portuguesa
Introdução

I. A CRISE MACROECONÓMICA

I / Da época mercantilista à crise contemporânea
1. Da época mercantilista à colonização directa
(século ao final do século XIX)
2. A colonização directa (1870-1960)
3. As independências (1960-1993)

II / A economia de renda
1. O bloqueio da acumulação
2. Os disfuncionamentos financeiros
3. Os desequilíbrios sectoriais

III / A marginalização externa
1. As instabilidades internacionais
2. A marginalização comercial
3. O endividamento permanente

II. AS RACIONALIDADES SÓCIO-ECONÓMICAS

IV / Os comportamentos macroeconómicos
1. O Homo africanus é racional?
2. Regras, normas e decisão na incerteza
3. Os comportamentos atípicos

V / As lógicas redistributivas
1. Rendimento e pobreza
2. As unidades produtivas e a informalização
3. As unidades domésticas e a redistribuição

VI / As dinâmicas reprodutivas
1. O crescimento demográfico
2. A migração e a explosão urbana
3. Os investimentos humanos

III. AS POLÍTICAS E AS TRAJECTÓRIAS ECONÓMICAS

VII / Sujeição a políticas liberais?
1. O esgotamento das políticas intervencionistas
2. As políticas de ajustamento
3. A fraca eficiência das políticas

VIII / A diversidade das trajectórias
1. Os regimes de acumulação
2. As integrações regionais
3. Os pólos regionais

IX / As apostas e as perspectivas
1. As apostas em África
2. Que políticas económicas?
3. Que perspectivas?

Conclusão
Fontes bibliográficas
Página inicial Topo da página

E-mail: mail@vulgata.com
1999 - 2005 © Editora Vulgata, Lda. - Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por:
VistaNet - Comunicação e Internet
WebMaster