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Análise e Gestão Financeira de Curto Prazo


Autores: Carlos Barros e Aquino de Barros
Editora: Vulgata
Género: Livro Técnico
Primeira edição: 1997
Nº de páginas: 247
Dimensões: 170 x 240 mm
Preço na livraria: 3 150 esc. | 15.71 euro
Preço na Internet: 2 500 esc. | 12.47 euro
  Este título encontra-se esgotado.

Introdução________________________________________

A função financeira é uma das funções básicas da empresa, mas, note-se que nesta a dimensão financeira contrapõe-se à dimensão real, complementando-a; também a função financeira da empresa sofreu nos últimos anos uma profunda mutação caracterizada pelo crescimento das aplicações financeiras das empresas industriais. Ora estes dois aspectos de interacção com a análise financeira, i.e. a economia financeira versus economia real e a inovação nas aplicações financeiras têm estado ausentes dos manuais de análise financeira publicados em Portugal, inclusive de algumas traduções de obras estrangeiras. Decorre desta situação que quem leccione finanças de empresa e pretenda iniciar os alunos em trabalhos de aplicação, é confrontado com a inexistência de textos que integrem as dimensões acima referidas, as quais são evidentemente necessárias à análise e estudo do tema. Esta falta é tanto mais sentida quando se observa os recentes avanços da economia industrial no campo das finanças empresariais. Um exemplo da insuficiência dos texto tradicionais está no estudo da rendibilidade de uma empresa ou sector, o qual de acordo com esses textos se faz recorrendo a ratios de actividade, de rendibilidade e à estrutura de custos da empresa. Esta abordagem, se bem que necessária é insuficiente, dado ser geralmente reconhecido que para além das variáveis financeiras, existem variáveis do sector, do mercado e da eficiência na utilização dos recursos por parte da empresa, que explicam igualmente a rendibilidade, e por este facto a não consideração destas variáveis ao estudar-se a dimensão financeira mutila a apreensão da realidade.

Como é de esperar que a função financeira da empresa continue a ser desenvolvida pelo gestor financeiro, considera-se desejável apresentar uma perspectiva da análise e gestão financeira actual que integre, portanto, a tensão existente entre economia real e economia financeira e o impacto da inovação nas aplicações financeiras e da internacionalizarão dos negócios. Este é, assim, um objectivo que se procura atingir no âmbito deste livro.

(...) continua.

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Índice____________________________________________

PARTE I - INTRODUÇÃO

1. A FUNÇÃO FINANCEIRA DA EMPRESA 1.1 O objectivo da função financeira da empresa
1.2 A função financeira na estrutura organizacional da empresa
1.3 A função financeira e os objectivos da empresa
1.4 A função financeira e a contabilidade
1.5 A função financeira e a informação económica relevante 1.5.1 A informação sobre a política económica do Governo
1.5.2 A informação sobre a Bolsa e o mercado de crédito
1.5.3 A informação sobre a economia internacional
1.6 A decisão financeira no curto prazo e no longo prazo
1.7 Conclusão
Bibliografia

2. SUPORTES DE INFORMAÇÃO PARA A ANÁLISE FINANCEIRA
2.1 O balanço 2.1.1 A passagem do balanço contabilístico ao balanço funcional
2.1.2 A passagem do balanço funcional ao balanço financeiro
2.2 A demonstração dos resultados do exercício 2.2.1 Os saldos intermédios de gestão
2.2.2 Correcções dos saldos intermédios de gestão
2.3 A demonstração de origem e aplicação de fundos
2.4 A demonstração das variações dos fundos circulantes
2.5 A demonstração dos fluxos de caixa
2.6 Conclusão
2.7 Os suportes de informação e o seu tratamento para a análise financeira. Estudo de um caso: SIC 0 2.7.1 Relatório de Gestão da SIC referente ao exercício de 1996
2.7.2 Questões
2.7.3 Resolução 2.7.3.1 Elaboração do balanço funcional
2.7.3.2 Elaboração das correcções ao balanço e à demonstração de resultados e do balanço financeiro
2.7.3.3 Elaboração dos saldos intermédios de gestão
Bibliografia

3. CONCEITOS PARA A ANÁLISE DA SITUAÇÃO FINANCEIRA 3.1 Os ciclos de actividade da empresa
3.2 A rendibilidade
3.3 A solvabilidade e a liquidez
3.4 O risco
3.5 O equilíbrio financeiro
3.6 Conclusão


PARTE II - ANÁLISE

4 ANÁLISE DA RENDIBILIDADE 4.1 O ponto crítico das vendas
4.2 Medição da rendibilidade
4.3 Tipos de medidas para reduzir custos
4.4 Análise da actividade da empresa
4.5 Análise da eficácia da empresa
4.6 Diagnóstico da rendibilidade
4.7 Conclusão
Bibliografia

5. ANÁLISE DA SOLVABILIDADE 5.1 Análise da solvabilidade através do fundo de maneio 5.1.1 A análise do fundo de maneio 5.2 Análise da solvabilidade através de ratios 5.2.1 Ratios de solvabilidade
5.2.2 Ratios de actividade
5.2.3 A utilização de ratios na análise financeira
5.3 Conclusão
Bibliografia

6. ANÁLISE DA LIQUIDEZ 6.1 Ratios de liquidez
6.2 A tesouraria líquida
6.3 A capacidade de autofinanciamento
6.4 O Excedente de tesouraria de exploração
6.5 O período de conversão dos activos em caixa
6.6 O índice de liquidez corrente
6.7 A taxa de crescimento sustentável
6.8 A Interdependência entre a solvabilidade e a liquidez
6.9 Conclusão
6.10 Estudo de um caso de análise financeira: SIC 1 6.10.1 Resolução Bibliografia
Anexo: Qual o nível de liquidez necessária?

7. ANÁLISE DO RISCO 7.1 Risco específico ou diversificável 7.1.1 Risco de liquidez
7.1.2 Risco de exploração: A alavanca de exploração
7.1.3 Risco financeiro: A alavanca financeira
7.1.4 A interdependência entre a alavanca de exploração e a alavanca financeira
7.1.5 Conclusão sobre o risco específico
7.2 O Risco sistemático ou não diversificável 7.2.1 O risco de taxa de juro 7.2.1.1 Swap de taxa de juro
7.2.1.2 Contratos futuros de taxa de juro
7.2.1.3 Cap, floor e collar
7.2.1.4 Futuros sobre taxa de juro
7.2.2 O risco de câmbio 7.2.2.1 Compra de divisas a prazo
7.2.2.2 Swap de divisas
7.2.2.3 Opções de câmbio
7.2.2.4 Créditos COSEC
7.2.3 O risco de mercado 7.2.3.1 Opções sobre o índice da bolsa 7.2.4 Conclusão sobre o risco sistemático
7.3 Estudo de um caso de medição de risco e cobertura: SIC 2 7.3.1 Resolução Bibliografia


PARTE III - GESTÃO

8. ESTRATÉGIA DE GESTÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO

9. GESTÃO DE TESOURARIA 9.1 O modelo linear
9.2 O modelo de Baumol
9.3 O modelo de Miller-Orr
9.4 O modelo empírico
9.5 A gestão da tesouraria previsional
9.6 A arbitragem financeira no curto prazo
9.7 A função do tesoureiro
9.8 Conclusão
9.9 Estudo de um caso de gestão da tesouraria: SIC 3 9.9.1 Resolução Bibliografia

10. A GESTÃO DAS NECESSIDADES DE FUNDO DE MANEIO DE EXPLORAÇÃO 10.1 A gestão de clientes 10.1.1 As condições de crédito
10.1.2 Os termos de venda
10.1.3 As formas de contrato de crédito
10.1.4 A cobrança de créditos
10.2 A gestão de existências 10.2.1 A minimização do custo das existências
10.2.2 O modelo da encomenda em quantidade
10.2.3 A gestão de existências com um mínimo de segurança
10.2.4 O acompanhamento da evolução das existências
10.3 A gestão de fornecedores

11. CONCLUSÃO SOBRE A GESTÃO FINANCEIRA NO CURTO PRAZO

12. ESTUDO DE UM CASO DE GESTÃO DO "CIRCULANTE": EXEMPLO
12.1 Resolução
Bibliografia


PARTE IV - PLANEAMENTO

13. O PLANEAMENTO FINANCEIRO NO CURTO PRAZO 13.1 O orçamento de tesouraria 13.1.1 Fases de elaboração
13.1.2 Construção de um exemplo
13.1.3 Cenários e hipóteses para o orçamento de tesouraria
13.1.4 A previsão de vendas em contexto estocástico
13.2 O orçamento financeiro 13.2.1 Alterações nas projecções
13.2.2 Financiamento de curto prazo
13.3 Modelos de planeamento
13.4 Conclusão
13.5 Aplicação do modelo de Warren e Sheldon: SIC 4
Bibliografia
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